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DIA 21 de MAIO convidamos a Academia a jogar connosco. Nós levamos os jogos e ensinamos a jogar!
Os Jogos de Tabuleiro sempre foram uma boa forma de convívio e de estímulo ao exercício da memória e da superação de etapas. Umas vezes sob a forma de raciocínio lógico, outras vezes sob a forma de raciocínio mais abstrato, a verdade é que os jogos de tabuleiro são oportunidades excelentes para congregar a diversão com a capacidade de resiliência e superação
Venha jogar connosco, a participação é Gratuita, basta vir e desfrutar de 2 horas de puro divertimento!
DIA 28 de ABRIL convidamos a Academia a jogar connosco. Nós levamos os jogos e ensinamos a jogar!
Os Jogos de Tabuleiro sempre foram uma boa forma de convívio e de estímulo ao exercício da memória e da superação de etapas. Umas vezes sob a forma de raciocínio lógico, outras vezes sob a forma de raciocínio mais abstrato, a verdade é que os jogos de tabuleiro são oportunidades excelentes para congregar a diversão com a capacidade de resiliência e superação
Venha jogar connosco, a participação é Gratuita, basta vir e desfrutar de 2 horas de puro divertimento!
Esta exposição resulta da investigação de Vittória Vieira, aluna no Mestrado em Práticas Artísticas em Artes Visuais e centra-se na utilização da fotografia analógica para capturar o quotidiano. Através da lente, o dia a dia transforma-se em teatro: as pessoas tornam-se atores de um enredo espontâneo, enquanto os lugares assumem o papel de cenários. Sob o título “Arquivo”, a exposição explora a repetição como algo mais do que simples momentos banais, encarando o quotidiano como uma sobreposição de peças teatrais acabadas e inacabadas. A instalação evoca um laboratório fotográfico, onde negativos químicos e testes de impressão revelam a materialidade do processo de observação. A experiência expande-se para além da imagem final. Ao apresentar negativos, testes de impressão, recipientes de químicos e anotações, o público é convidado a entrar na “cozinha” da criação. Esta escolha estética apresenta o arquivo não como algo estático, mas como um processo em constante manipulação e transformação, onde o erro e a experimentação fazem parte da memória visual. Vittória Vieira
No dia 6 de Maio convidamo-lo a participar na inauguração da Sala dos Legados. Para assinalar o notável trabalho científico e académico desenvolvido pelos Professores da Universidade de Évora, os Serviços de Biblioteca e Informação Documental (SBID), e a Reitoria da Universidade de Évora promovem uma nova sala da Biblioteca, que constitui uma oportunidade única para refletirmos sobre a importância do legado científico e humano dos docentes que marcaram a vida universitária da Academia eborense.
Mais do que um gesto simbólico, a Sala dos Legados representa o reconhecimento do conhecimento gerado, do papel formativo desempenhado e da influência duradoura dos professores na história da Universidade de Évora, tanto a nível nacional como internacional. Reunindo as suas obras pretendemos valorizar o trabalho intelectual que moldou áreas do saber, inspirou gerações e reforçou o prestígio da instituição. A Sala convida-nos a revisitar os percursos notáveis de docentes que, com dedicação e excelência, contribuíram para consolidar a missão da Universidade de Évora enquanto espaço de cultura, ciência e cidadania.
Dentro e fora da vida académica, os seus textos permanecem em programas, as suas ideias nos debates e os seus gestos na memória de quem teve o privilégio de aprender com elas. Esta Sala constitui uma justa valorização aos professores que, pela docência, investigação e ação cultural, ajudaram a construir a identidade da Universidade de Évora. Valorizar os professores da Universidade de Évora é reconhecer que a Universidade de Évora se constrói, também, pela memória e continuidade dos que a fizeram crescer.
Reitora da Universidade de Évora Hermínia Vilar e Vice-reitoria para a Comunicação e Promoção Institucional e Informação Documental Noémi Marujo
A Conferência, "da Revolução à Constituição" 50 Anos da Constituição de 1976: Memória, Transformação e Futuro da Democracia, pretende assinalar os 50 Anos da promulgação da 1ª Constituição Democrática pós 25 de Abril (02 abril de 1976), organizada pelos SBID.UÉ e Reitoria, em parceria com o CICP- Centro de Investigação em Ciência Política, e os Departamentos de Economia e História da Escola de Ciências Sociais, e Escola de Artes UÉ.
A Mostra Bibliográfica 50 Anos, 50 Livros. da Revolução à Constituição – 50 Anos da Constituição de 1976, pretende assinalar o cinquentenário da promulgação da primeira Constituição democrática portuguesa pós 25 de Abril de 1974, aprovada e promulgada a 2 de abril de 1976. A Constituição da República Portuguesa de 1976 marcou um momento decisivo na consolidação do regime democrático em Portugal, e para evocar este momento histórico fundamental da nossa vida democrática, esta mostra apresenta uma seleção de cinquenta obras do acervo dos Serviços de Biblioteca, sobre o período revolucionário, e a sua conjuntura, que se estende para além do ano de 1976, conjuntamente com alguns documentos de arquivo, nomeadamente, fotografias e manchetes de jornais regionais e nacionais da época. Estes livros e documentos testemunham os debates, as transformações políticas e as reflexões que acompanharam a transição para a democracia, oferecendo ao público um olhar sobre as ideias e os acontecimentos que conduziram à construção do novo quadro constitucional democrático português.
Celebrar os 50 anos da Constituição de 1976 é mais do que evocar um momento histórico, é reconhecer o papel determinante da Lei Fundamental que, ao longo deste meio século, estruturou, orientou e norteou a construção da democracia em Portugal. É reconhecer o caminho que percorremos, as conquistas alcançadas e os desafios que permanecem hoje na contemporaneidade. Este é, na realidade, ao mesmo tempo, um momento de memória, mas também um momento de projeção no futuro. Um momento de celebração da cidadania ativa, no afirmar como essencial, que pensar os 50 anos já transcorridos e pensar nos próximos 50 anos a transcorrer, é e será SEMPRE um momento de participação cívica no debate imperdível sobre a liberdade que nos une, e sobre as responsabilidades que partilhamos.
No âmbito do Curso de Mestrado em Práticas Artísticas em Artes Visuais será apresentada na Biblioteca Jorge Araújo do Colégio dos Leões a Instalação "MATÉRia” da autoria de Tânia Andreia, integrada na Rubrica Thursday’s 6 o’clock Art Tea, com a missiva de apresentar exposições de trabalhos desenvolvidos pelos alunos nas Unidades Curriculares em curso. A instalação, como salienta a autora é o resultado de uma “investigação autoetnográfica, de recolha e reinterpretação de fragmentos de histórias indesejáveis e vestígios de fraturas da linhagem materna. Pretendo o reconhecimento da ferida, da dor, da decomposição, da morte e da transformação cíclica das matérias do corpo. Quero, através do ritual, revelar, integrar, ordenar e libertar. Interessa-me abrir os símbolos do feminino indómito, excluído, ocultado e silenciado, recorrendo a narrativas mitológicas e ancestrais das deusas bestas que os sustêm.” Tânia Andreia, Janeiro 2026
No âmbito do Curso de Mestrado em Práticas Artísticas em Artes Visuais irá decorrer na Biblioteca Jorge Araújo do Colégio dos Leões, de 19 FEV a 05 MAR, a 1ª Exposição "O que é o quê?" da autoria de Nuno Abelho, integrada na Rubrica Thursday’s 6 o’clock Art Tea, com a missiva de apresentar exposições de trabalhos desenvolvidos pelos alunos nas Unidades Curriculares em curso. A exposição surge do encontro com a abstração na fotografia, utilizando a Polaroid, uma técnica analógica e obsoleta, como meio para compor as imagens.
No dia 11 de MAR 2026, pelas 14h30
Claudio Castro Filho, docente do Departamento de Artes Cénicas da Universidade de Évora apresenta-nos a sua obra ISMENIA DECIDE JAMÁS DECIDIR, na Sala da Biblioteca Jorge Araújo, no Colégio dos Leões| Escola de Artes da UÉ.
SINOPSE| Um pequeno apartamento em Madrid é palco do reencontro entre uma mãe e a sua filha. A primeira, escritora exilada durante o franquismo, regressa a Espanha para receber um prémio literário. A outra, aficionada à pintura e à poesia que vive dos rendimentos de uma propriedade na Suécia, recebe-a de braços abertos. Numa longa jornada noite adentro, duas gerações terão de enfrentar as suas diferenças ideológicas, as suas crenças sobre a arte e, depois do cair das máscaras, o seu passado familiar. Em Ismenia decide jamás decidir, peça publicada em espanhol pela editora Graviola, Claudio Castro Filho revisita o cinema de Ingmar Bergman e a tragédia grega para mergulhar numa espécie de história íntima do século passado. A obra estreou-se no Festival de Rodes, Grécia, em 2020.
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