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A Exposição 50 Anos, 50 Livros. da Revolução à Constituição – 50 Anos da Constituição de 1976, pretende assinalar o cinquentenário da promulgação da primeira Constituição democrática portuguesa pós 25 de Abril de 1974. Aprovada e promulgada a 2 de abril de 1976, a Constituição da República Portuguesa de 1976 marcou um momento decisivo na consolidação do regime democrático em Portugal. E para evocar este período histórico fundamental, a exposição apresenta uma seleção de cinquenta obras do acervo dos Serviços de Biblioteca, sobre o período revolucionário e o ano de 1976, e a conjuntura temática, conjuntamente com alguns documentos de arquivo, nomeadamente, fotografias do período compreendido entre 1974/1976, e manchetes de jornais regionais e nacionais da época. Estes livros e documentos testemunham os debates, as transformações políticas e as reflexões que acompanharam a transição para a democracia, oferecendo ao público um olhar sobre as ideias e os acontecimentos que conduziram à construção do novo quadro constitucional democrático português.
A Conferência, "da Revolução à Constituição" 50 Anos da Constituição de 1976: Memória, Transformação e Futuro da Democracia, pretende assinalar os 50 Anos da promulgação da 1ª Constituição Democrática pós 25 de Abril (02 abril de 1976), organizada pelos SBID.UÉ e Reitoria, em parceria com o CICP- Centro de Investigação em Ciência Política, e os Departamentos de Economia e História da Escola de Ciências Sociais, e Departamento de Artes Cénicas da Universidade de Évora.
No âmbito do Curso de Mestrado em Práticas Artísticas em Artes Visuais será apresentada na Biblioteca Jorge Araújo do Colégio dos Leões a Instalação "MATÉRia” da autoria de Tânia Andreia, integrada na Rubrica Thursday’s 6 o’clock Art Tea, com a missiva de apresentar exposições de trabalhos desenvolvidos pelos alunos nas Unidades Curriculares em curso. A instalação, como salienta a autora é o resultado de uma “investigação autoetnográfica, de recolha e reinterpretação de fragmentos de histórias indesejáveis e vestígios de fraturas da linhagem materna. Pretendo o reconhecimento da ferida, da dor, da decomposição, da morte e da transformação cíclica das matérias do corpo. Quero, através do ritual, revelar, integrar, ordenar e libertar. Interessa-me abrir os símbolos do feminino indómito, excluído, ocultado e silenciado, recorrendo a narrativas mitológicas e ancestrais das deusas bestas que os sustêm.” Tânia Andreia, Janeiro 2026
No âmbito do Curso de Mestrado em Práticas Artísticas em Artes Visuais irá decorrer na Biblioteca Jorge Araújo do Colégio dos Leões, de 19 FEV a 05 MAR, a 1ª Exposição "O que é o quê?" da autoria de Nuno Abelho, integrada na Rubrica Thursday’s 6 o’clock Art Tea, com a missiva de apresentar exposições de trabalhos desenvolvidos pelos alunos nas Unidades Curriculares em curso. A exposição surge do encontro com a abstração na fotografia, utilizando a Polaroid, uma técnica analógica e obsoleta, como meio para compor as imagens.
No dia 11 de MAR 2026, pelas 14h30
Claudio Castro Filho, docente do Departamento de Artes Cénicas da Universidade de Évora apresenta-nos a sua obra ISMENIA DECIDE JAMÁS DECIDIR, na Sala da Biblioteca Jorge Araújo, no Colégio dos Leões| Escola de Artes da UÉ.
SINOPSE| Um pequeno apartamento em Madrid é palco do reencontro entre uma mãe e a sua filha. A primeira, escritora exilada durante o franquismo, regressa a Espanha para receber um prémio literário. A outra, aficionada à pintura e à poesia que vive dos rendimentos de uma propriedade na Suécia, recebe-a de braços abertos. Numa longa jornada noite adentro, duas gerações terão de enfrentar as suas diferenças ideológicas, as suas crenças sobre a arte e, depois do cair das máscaras, o seu passado familiar. Em Ismenia decide jamás decidir, peça publicada em espanhol pela editora Graviola, Claudio Castro Filho revisita o cinema de Ingmar Bergman e a tragédia grega para mergulhar numa espécie de história íntima do século passado. A obra estreou-se no Festival de Rodes, Grécia, em 2020.
No âmbito da celebração do Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor, a biblioteca desenvolverá uma atividade dedicada à valorização do livro como instrumento de conhecimento, criatividade e partilha cultural. Esta iniciativa tem como principal objetivo promover o gosto pela leitura e a reflexão sobre a importância da proteção dos direitos de autor, destacando o papel essencial das bibliotecas no acesso à informação e difusão do saber, bem como no papel de salvaguarda de informação credível, com fontes fiáveis e metodologias sólidas, essenciais no meio académico, para a aprendizagem e desenvolvimento da investigação científica, funcionando como um espaço de apoio ao pensamento crítico, e à interdisciplinaridade na construção do saber. Procurando envolver a comunidade académica num momento de descoberta, inspiração e valorização do património literário depositado no nosso acervo bibliográfico, será realizado uma instalação com livros embrulhados e suspensos, para o utilizador escolher e requisitar, em formato de anonimato (sem a identificação do autor), apenas com pequena sinopse do livro, em carta anexa ao embrulho.
No âmbito das comemorações do Dia do Livro Português, os Serviços de Biblioteca lançam um DESAFIO que terá por MOTE a valorização da literatura nacional e a promoção do património literário português, reforçando assim o papel da Biblioteca como um espaço para lá do estudo, onde o conhecimento, a cultura e celebração da palavra escrita em português não ocupam lugar e deixam sempre espaço para pensar...!
Para assinalar este dia do LIVRO PORTUGUÊS disponibilizamos na Sala das Monografias da Biblioteca do Colégio do Espírito Santo, uma Seleção de livros literários e científicos de autores e as obras portuguesas, que marcaram a identidade cultural do país, estimulando a comunidade académica à leitura, e divulgando o reconhecimento da grande riqueza e beleza da língua portuguesa, com certeza!
Desafiamos, também, a comunidade dos nossos utilizadores a deixarem num MURAL de parede a sua palavra portuguesa favorita, ou escreverem um pequeno excerto literário português. Durante a semana do evento, nas redes sociais da biblioteca serão publicados destaques de livros portugueses disponíveis no acervo da Biblioteca, com sinopses curtas e ligações diretas ao catálogo online.
Apareça... com Vagar, e deixe-se perder no pensamento, em português..
No dia 18 de abril, convidamo-lo a participar num Roteiro Literário único, inspirado na obra emblemática de José Saramago, Levantado do Chão, cuja narrativa se desenvolve no território do Município de Montemor-o-Novo. Este percurso propõe uma viagem pelos lugares, memórias e paisagens que marcaram a escrita do autor, cruzando literatura, história e território. A iniciativa tem um número limite de 50 participantes, sendo as inscrições efetuadas por email, ou presencialmente em cada uma das bibliotecas aderentes da RBEV Rede de Bibliotecas de Évora.
Para assinalar o Dia Mundial da Poesia, os Serviços de Biblioteca da Universidade de Évora promovem uma atividade dedicada à celebração da palavra poética, e à sua capacidade para inspirar, emocionar e transformar, com o objetivo de valorizar a poesia enquanto forma de expressão artística e cultural, aproximando a comunidade académica do universo literário e criativo. Através desta ação, procura-se criar um espaço de partilha, reflexão e apreciação da poesia, destacando o papel das bibliotecas como lugares de encontro com a literatura e com a sensibilidade artística e humana. Será realizada uma pequena mostra de livros, com sugestões de leitura poética, referentes ao acervo da biblioteca, com autores clássicos e contemporâneos, acompanhada de uma caixa, de onde o leitor poderá retirar uma Poesia às cegas.
Mostra bibliográfica e Caixa Poesia às cegas|de 20 MAR até 03 ABR
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